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  Coisas de Ary

Adolfo Bloch ficou mais velho um ano. Por isso, iluminou-se a bonita casa da 5 de Julho, 82, em Copacabana para receber familiares e amigos. Encontrei lá: Henrique Pongetti e senhora, Santos Vahlis, coronel Dulcidio Cardoso e sua noiva, Ester de Abreu, alem de grande número de "cidadãos" da "Terceira República". Tive oportunidade de saborear alguns quitutes russos. Até que são excelentes. Depois toquei piano, a Ester cantou e algumas mocinhas e alguns rapazes fizeram um "show", à parte, de melodias e ritmos americanos. Tudo bom. Onde a coisa pegou fogo, porém, foi no "Jirau". Todo mundo foi pra lá. O "leite" rolou. O Haroldo Barbosa cantou. O Tiago cantou. O Raymundo cantou. Cantoria generalizada. O trombone do Lúcio funcionou admiravelmente. Quando a aurora ensaiava seu canto de luz, dei o fora. Na rua, um chofer inventou que estava de erisipela para não me transportar. Deve ser vascaino. Peguei outro carro. Terminou a festa. Ao meu "diretor" das "Empresas Incorporadas" meu parabém e votos de felicidade etc. etc.
 
   
 
   
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O autor oculto
Ruy Castro - 19/08/2018 - Folha de S. Paulo